quinta-feira, 22 de março de 2012

para falar de amor é clichê,
 de saudade é bobagem, 
de vontade é a pura realidade... 
 vamos conviver assim então...

domingo, 18 de março de 2012

Já era madrugada quando o telefone tocou, do outro lado, mais uma vez era desconhecido o que iria ser falado.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Esperou por toda uma eternidade para sentir de volta aquilo tudo Queria poder entender o que sentia naquele momento Mas o sentir não era o que devia ser feito Era ordenado apenas reagir, reagir Fugir de toda a sensação e tomar uma dose de despedida voltando assim ao início da espera.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Nas paredes escrevo nomes, para lembrar de como são seus rostos, para relembrar dos momentos. E pensar em todos os beijos possíveis. Saber ao mesmo tempo que perder mais que um amigo, alguém que sempre me disse o que eu precisava escutar. Tudo isso junto, tudo misturado.

Sei que sou egocêntrico, sempre ouvia isso ressoar em nossas conversas. Nas paredes ainda estão os nomes das eternidades do passado, mais ainda tem espaço para futuras eternidades.

Não sou um ser eterno, sou contemporâneo, sou o que sou, sou, apenas sou

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Você abriu os olhos no meu colo. era apenas um dia de abril, qualquer, para o mundo todo. Mais não sou o "todo" sou apenas uma parte, com todas as minhas partes salientes procuram o gosto do seu cheiro. Durante o despertar, teve o café, e a ressaca deixa tudo meio abstrato, sem eu intender o que é tudo isso. Isso é tudo um quadro que se vê na galeria e você apenas diz, quietamente, "eu gosto". Hoje vejo na minha retina, o que já vivemos é de fato pouco, mais muito mais pode vir e eu não perco por esperar.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

a marca do tempo é efêmera
é eterno, é fogo, é tudo, é nada
sentir é viver, viver é respirar e suspirar
mesmo se não sabe, o meio errado ainda é melhor
que o nada, mesmo estando quase certo

segunda-feira, 28 de março de 2011

o refrão não faz mais sentido
o solo de guitarra já não supera o meu grito
o som que perfura os tímpanos já não é mais melodia
o que quero é o silêncio para entender melhor os meus ruídos