Nas paredes escrevo nomes, para lembrar de como são seus rostos, para relembrar dos momentos. E pensar em todos os beijos possíveis. Saber ao mesmo tempo que perder mais que um amigo, alguém que sempre me disse o que eu precisava escutar. Tudo isso junto, tudo misturado.
Sei que sou egocêntrico, sempre ouvia isso ressoar em nossas conversas. Nas paredes ainda estão os nomes das eternidades do passado, mais ainda tem espaço para futuras eternidades.
Não sou um ser eterno, sou contemporâneo, sou o que sou, sou, apenas sou